
Às onze e meia, saiu para a rua,
Com o seu fato domingueiro,
Dormindo a aldeia, brilhando a lua,
Num céu de estrelas, conselheiro
Coração quente, timidamente,
À sua porta então chamou
E abriu-se a janela e só para ela,
Triste, cantou...
Versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Que fizera em segredo,
A sonhar, quase a medo,
Um viver tentador.
A sua vida por uns versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Na mais terna amargura,
O silêncio murmura uma história de amor
A noite imensa, foi mais rainha,
Quando uma lágrima caiu,
Na recompensa, o amor que tinha,
Ela também chorou, sorriu
Foi tão bonito, tinham-lhe dito,
Que amar ás vezes faz doer,
Mas a dor que sentia,
Não lhe doía, dava prazer...
Versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Que fizera em segredo,
A sonhar, quase a medo,
Um viver tentador.
A sua vida por uns versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Na mais terna amargura,
O silêncio murmura uma história de amor
Olá!
ResponderEliminarObrigado pelo seu comentário no Pó de Arroz... gostei do seu blog!
Cumprimentos..
Sandra C.
Esta é, para mim, uma das mais bem escritas obras de toda a música portuguesa. Adoro mesmo esta música. Só tenho pena de não conseguir encontrar os acordes :S.
ResponderEliminarserá que serve?
ResponderEliminarhttp://www.azeituna.pt/portal/Portals/0/Base/Musica/Letras/Volume_2.pdf