Entrevista de Edgar Canelas (Antena 1) com Mário Martins. Inclui vários depoimentos de Carlos Paião. [2006]
Intervenção de José Manuel Lourenço, em 1981, por ocasião do Festival Eurovisão com declarações de Carlos Paião sobre a chegada a Dublin.
música: Play-back - Carlos Paião
Carlos Paião refere a colaboração anterior com canções como "Canção do Beijinho" e "A Gente Cresce, Cresce".
música: A Gente Cresce, Cresce - Joel Branco
Mário Martins conta o episódio de envio das cassetes para a Valentim de Carvalho. Já tinha sido recusado numa primeira vez. Manuel Paião entregou-lhe a cassete que entregou a um dos seus colaboradores (Nuno Rodrigues). O colaborador considerou que não tinha qualquer talento mas se servisse era para letrista. Como a resposta não era afirmativa resolveu ouvir porque devia uma resposta a Manuel Paião. Ficou convencido porque se tratava de um jovem, com 18 ou 19 anos, que rinha vindo de Ílhavo para S. Domingos de Rama, com uma escrita ainda muito incipiente mas que já demonstrava o que poderia vir a fazer. Logo nos primeiros encontros escreveu um fado só com a descrição que Mário Martins lhe fez de uma Casa de Fados.
Carlos Paião relata o envio da cassete através de Manuel Paião. Em 1979 - através de Manuel Paião (primo direito do seu pai) manda uma cassete com 4/5 músicas porque a Mãe queria saber se valia a pena apostar na música
música: O Fado é fixe - Vasco Rafael
Como Mário Martins não conseguia convencer os outros do talento de Carlos Paião decidiu levar algumas cassetes- três - a Amália para que ela escolhesse. Achava que uma opinião de Amalia valia mais do que as suas tentativas. Amália tinha tido um problema no casino - coração - e por isso estava de cama.
Amália gostou e escolheu várias canções para serem retiradas das cassetes. No dia seguinte a notícia foi propagada nos jornais por Mário Martins.
Carlos Paião relata na primeira pessoa: de 34 canções era a única humorística, tinha sido dois anos antes de ser editado o single.
música: Senhor Extra-terrestre - Amália
Mário Martins relembra a canção sobre o recorde do Guiness (ainda inédita) e a facilidade com que passava dos temas mais sérios para temas mais humorísticos.
música: Marcha do Pião das Nicas - Carlos Paião
Mário Martins considera Carlos Paião o artista mais completo que conheceu e mantendo-se no mesmo tema relembra outras canções do seu lado mais sério: a canção sobre o artista que envelhece, que tentou que Nicolau Breyner gravasse e que Simone de Olivera também quis gravar; a canção sobre o romance dos pais ("História Linda"); ou a "Canção dos cinco dedos", uma canção exemplar para crianças. Relembra que o Intituto Piaget de Almada organizara, poucos anos antes, várias iniciativas extra-curriculares cujo tema eram as canções de Carlos Paião.
Carlos Paião descreve o álbum "Algarismos": queria que todas as canções tivessem algum fio de ligação, neste caso serem sobre cada algarismo; também queria que todas fossem de estilos musicais diversos.
música: Canção dos Cinco dedos - Carlos Paião
Mário Martins relembra que Amália gravou mais temas, um deles ainda inédito e que considera um tema extraodinário. Mais outro episódio passado com uma Fadista brasileira que tinha que ausentar-se de Portugal e que precisava urgentemente de um inédito.
Edgar Canelas recita parte da letra da canção "De Mão Na Mão".
música: Cinderela - Carlos Paião
domingo, 10 de janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Versos de Amor

Às onze e meia, saiu para a rua,
Com o seu fato domingueiro,
Dormindo a aldeia, brilhando a lua,
Num céu de estrelas, conselheiro
Coração quente, timidamente,
À sua porta então chamou
E abriu-se a janela e só para ela,
Triste, cantou...
Versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Que fizera em segredo,
A sonhar, quase a medo,
Um viver tentador.
A sua vida por uns versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Na mais terna amargura,
O silêncio murmura uma história de amor
A noite imensa, foi mais rainha,
Quando uma lágrima caiu,
Na recompensa, o amor que tinha,
Ela também chorou, sorriu
Foi tão bonito, tinham-lhe dito,
Que amar ás vezes faz doer,
Mas a dor que sentia,
Não lhe doía, dava prazer...
Versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Que fizera em segredo,
A sonhar, quase a medo,
Um viver tentador.
A sua vida por uns versos de amor,
Lindos esses versos de amor
Na mais terna amargura,
O silêncio murmura uma história de amor
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
É Natal
Título: É Natal (tem de haver tempo para amar)
Cantor: António Mourão
Letra e Música: Carlos Manuel Marques
Produção: Mário Martins
Arranjos e Direcção de Orquestra e coros: Ferrer Trindade
Disco: DECCA, 1979 (lado B do single "Fado-Reguila)
I
Tudo o que se quer ter em cada Natal
É sempre amor e Paz
Sempre que o Natal é mais que um Pai Natal
Com tudo que nos traz
Vem na fantasia
Traz-nos alegria
Deixa-nos sonhar agora
Mas que bom seria se no dia-a-dia
Nunca o Natal fosse embora
refrão
É Natal, É Natal
A vida dói-nos mas
É Natal, não faz mal
Chegam amigos que como tal no Natal vêm lembrar
Que o Natal sempre igual é pra cantar BIS
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
Instrumental: guitarra, sinos
II
Tudo o que se diz num dia de Natal
São coisas sem rancor
Tudo o que se faz é sempre tal e qual
Um sonho só de amor
Mas como é normal
Tudo tem um final
Irá cair de novo o pano
E como ideal é pena que o Natal
seja uma só vez por ano
refrão
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
5X
http://www.youtube.com/user/Saltapaterra
Cantor: António Mourão
Letra e Música: Carlos Manuel Marques
Produção: Mário Martins
Arranjos e Direcção de Orquestra e coros: Ferrer Trindade
Disco: DECCA, 1979 (lado B do single "Fado-Reguila)
I
Tudo o que se quer ter em cada Natal
É sempre amor e Paz
Sempre que o Natal é mais que um Pai Natal
Com tudo que nos traz
Vem na fantasia
Traz-nos alegria
Deixa-nos sonhar agora
Mas que bom seria se no dia-a-dia
Nunca o Natal fosse embora
refrão
É Natal, É Natal
A vida dói-nos mas
É Natal, não faz mal
Chegam amigos que como tal no Natal vêm lembrar
Que o Natal sempre igual é pra cantar BIS
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
Instrumental: guitarra, sinos
II
Tudo o que se diz num dia de Natal
São coisas sem rancor
Tudo o que se faz é sempre tal e qual
Um sonho só de amor
Mas como é normal
Tudo tem um final
Irá cair de novo o pano
E como ideal é pena que o Natal
seja uma só vez por ano
refrão
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
É Natal, É Natal,
Tem que/de haver tempo pra amar
5X
http://www.youtube.com/user/Saltapaterra
sábado, 19 de dezembro de 2009
Jorge Jacinto

O fotógrafo Jorge Jacinto é mais conhecido pelo seu trabalho nos tempos áureos da revista TV Guia. Colaborou também com a revista TV Top (de onde era a imagem aqui apresentada) e outras publicações.
Revista TV Top nº 90 (1982) - receita "Rojões à Moda de Aveiro"
autores do artigo/reportagem Manuela Gonzaga / Jorge Jacinto (Fotos)
Revista TV Top nº 90 (1982) - receita "Rojões à Moda de Aveiro"
autores do artigo/reportagem Manuela Gonzaga / Jorge Jacinto (Fotos)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Rui Amorim
Em 1990, o cantor Rui Amorim foi acompanhado pela Banda Pátria na gravação do seu disco de estreia.
Mais tarde Rui Amorim acabaria por gravar, no seu álbum "Viagem Sem Tempo", editado em 1997, uma faixa intitulada "Recordar Carlos Paião".
http://www.ruiamorim.com/viagem.html
Se tu pudesses hoje ouvir esta canção
Talvez até quisesses entrar no refrão
De um lado as coisas sérias
Palavras bonitas
Do outro as brincadeiras, o pião das nicas.
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
Se nos versos de amor falavas com verdade
Tanta alegria e dor em troca de saudade
De um lado o tempo passa sem dizer adeus
Do outro ficam versos e sorrisos teus.
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
E chegam namorados sorridentes mão na mão
As marchas populares, o S. Bento e o S. João
Também não sou poeta, meia dúzia e outras mais
Mas não posso esquecer a que fizeste a teus pais
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
O meu tributo a carlos paião
Rui Amorim
Mais tarde Rui Amorim acabaria por gravar, no seu álbum "Viagem Sem Tempo", editado em 1997, uma faixa intitulada "Recordar Carlos Paião".

http://www.ruiamorim.com/viagem.html
Se tu pudesses hoje ouvir esta canção
Talvez até quisesses entrar no refrão
De um lado as coisas sérias
Palavras bonitas
Do outro as brincadeiras, o pião das nicas.
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
Se nos versos de amor falavas com verdade
Tanta alegria e dor em troca de saudade
De um lado o tempo passa sem dizer adeus
Do outro ficam versos e sorrisos teus.
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
E chegam namorados sorridentes mão na mão
As marchas populares, o S. Bento e o S. João
Também não sou poeta, meia dúzia e outras mais
Mas não posso esquecer a que fizeste a teus pais
Vou fazer-te uma canção em playback pois então
Cinderela das histórias, faz bater meu coração
Discoteca, pó de arroz, arco iris lá no céu
Recordar a tua voz, num pedaço ainda teu
O meu tributo a carlos paião
Rui Amorim
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