sábado, 10 de julho de 2010

Indio Nelson


O personagem Serafim Saudade era uma caricatura, não assumida, do cantor romântico Marco Paulo. Uma das canções apresentadas no programa "Hermanias" foi uma brincadeira com a canção "To All The Girls I've Loved Before" de Julio Iglesias com o cantor country Willie Nelson. A canção chama-se "Prás Sogras Que Encontrei Na Vida Vento" e Carlos Paião, na personagem de Indío Nelson, acompanha Serafim Saudade.




sexta-feira, 11 de junho de 2010

Bamos Lá Cambada (1986)


Heróica e lusitana gente vamos em frente mas combictamente...

Va lá cambada infantes desportistas, homens de conquistas
Povo que és o meu
Bola redonda e onze jogadores em frente
Sem temores que as tácticas dou eu
Tragam as gaitas, as bandeiras e a pomada
Vamos dar-lhes uma abada, ensinar-lhes o que é bom
Vamos mostrar a esses carafunchosos
Por momentos gloriosos
Quem é a nossa selecção

Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL
Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL

É atacar agora e defender para fora
Eles são toscos e nem dão para aquecer
Suar a camisola e até jogar sem bola
E disfarçar para o árbitro não ver
No intervalo, solteiros contra casados, fandangos, chulas e fados
Para aprenderem como é
Durante o jogo, qualquer caso lá surgido
Só pode ser resolvido à cabeçada e ao pontapé

Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL
Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL

Os portugueses já provaram muitas vezes
Saber ser uns bons fregueses das grandes ocasiões
Nesta jornada nem que seja à pantufada
Nós estaremos na bancada muito mais de dez milhões
Força Portugueses!

Viva Portugal, Portugal, Portugal...
Viva Portugal, Portugal, Portugal...

Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL
Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é efectibamente
Futebol total
Temos de ter coragem, muita força
Pensem nos vossos antepassados có nada
Muito orgulho, muita vivacidade
E vai... e um, dois, e um, dois...
E vai lá... e cruza... e é golo, e é GOLOOOOOOOOOO

Bamos lá cambada, todos à molhada que isto é futebol total
Deixem-se de tretas, força nas canetas que o maior é PORTUGAL




"Bamos Lá Cambada" é interpretada por José Estebes (personagem criada por Herman José), Alexandra, Luís Represas, Carlos Paião e Dany Silva. A estes junta-se um coro constituído por Diana, Vitorino, Marco Paulo, Peter Petersen e Jorge Fernando.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Canção do Beijinho


http://www.letras.terra.com/herman-jose/1053167/

Ai rapariga, rapariga, rapariga
Que só dizes disparates, disparates, disparates
É tanta asneira, tanta asneira, tanta asneira
Que p'ra tirar tanta asneira não chegam cem alicates.

Mas tu não sabes, tu não sabes, tu não sabes
Que isso de dar um beijinho já é um costume antigo
Ai quem te disse, quem te disse, quem te disse
Que lá por dares um beijinho tinhas de casar comigo.

Oh chega cá...
Não vou.
Tu és tão linda...
Pois sou.
Dá-me um beijinho...
Não dou.

Interesseira, convencida, ignorante,
Foragida, sua burra,
És a miúda mais palerma, cameloide que eu já vi,
Mas por que raio é que tu queres
Os beijinhos só p'ra ti?

Ora dá cá um e a seguir dá outro,
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho (bis)

Ai rapariga, rapariga, rapariga,
Dás-me cabo do miolo, p'ra te levar com cantigas.
Ai mas que coisa, mas que coisa, mas que coisa,
Diz lá por que não és como as outras raparigas.

Quando eu pergunto se elas me dão um beijinho,
Dão-me tantos, tantos, tantos, que parecem não ter fim
E tu agora estás com tanta esquisitice
Que qualquer dia já queres e não sabes mais de mim.

Dás ou não dás?
Não e não.
Então dou eu...
Oh! isso não.
Dá-me um beijinho...
Não dou não.

Não dás porquê, sua esganada, egoísta,
Malcriada, sua parva,
Só se pensas que eu acaso tenho
a barba mal cortada
E vê lá se tens receio que a boca fique arranhada

Ora dá cá um e a seguir dá outro,
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho (bis)

Então dá lá...
Já disse.
Eu faço força...
Que parvoíce.
Dá-me um beijinho...
Oh que chatice.

Analfabruta, pestilenta, hipocondríaca,
Avarenta, bexigosa,
Vou comprar um dicionário
Que só tenha nomes feios
Para eu te chamar todos
Até teres o ouvido cheio.

Ora dá cá um e a seguir dá outro,
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho (bis)

http://rateyourmusic.com/release/single/herman_jose/cancao_do_beijinho/

O tema foi incluído no álbum "Canção do Beijinho" e que Herman José também designa por "Surpresa". O single foi um grande sucesso.

sábado, 8 de maio de 2010

Escabeche

Após o abandono de Sérgio de Azevedo do teatro ABC, o mesmo passaria a ser explorado até ao seu fecho nos finais dos anos 90 , pelo então empresário Carlos Santos. "Escabeche" seria entao a sua primeira produçao naquele teatro.

Texto: César de Oliveira, Rogério Bracinha e Francisco Nicholson

Música: Carlos Paião, Casal Ribeiro e Mike Sargeant

Direcção e Encenação: César De Oliveira

Director De Companhia: Eugénio Salvador

Coreografia: Eliane Cleo

Direcção de Montagem e Figurinos: Mário Alberto

Maquetes: Hernâni Lopes, Rui Mesquita, Margarida Varejão

Execução Cenográfica: Velez Lima, Jorge Azevedo, Joaquim Ramalho e João Caiado

Elenco

Eugénio Salvador, Florbela Queiroz, Manuela Maria

Artista Convidado: Octávio Matos

Spina, Odete Antunes, Norberto de Sousa, Lina Morgado, Nina Flores, Nuno Emanuel, Alexandra, Isabel Amaro, Fernando Mendes e Fernanda Fonseca.

Pela primeira vez no teatro e como atracção do fado: Marina Rosa.
Estreia: 18/06/1981
Marina Rosa cantou o fado "Esteriótipado".
Imagem, texto e informações retirados de http://www.fotolog.com/parquemayer1/47691616

sábado, 17 de abril de 2010

Tudo Acabou


"Tudo Acabou" foi gravado inicialmente por Alexandra. Em 1993 foi regravado por Fafá de Belém no seu álbum "Do Fundo do Meu Coração".

TUDO ACABOU
Carlos Paião

Talvez um dia sintas saudade
Do nosso amor
Noutros caminhos de outras cidades
Aonde eu for

Mas, por agora, pouco me agrada
Todo este tempo que nos cansou
Não me segures, não digas nada
Tudo acabou

Tu não entendes como consigo
Falar assim
Mas há silêncios que há muito abrigo
Dentro de mim

Não vás mentir-me frases bonitas
Nem me perguntes pra onde eu vou
Abre os teus olhos, vê se acreditas
Tudo acabou

Sinceramente
Perdidamente
Como te amei
Num sonho imenso
De um fogo intenso
Que te entreguei

Não sei se então fizemos bem por tanto amar
Não sei se agora vale a pena recordar
Só sei que a vida pode estar à nossa frente

Sinceramente,
Perdidamente,

Pra ter coragem não foi preciso
Esperar a sorte
Em cada lágrima tenho um sorriso
Que me faz forte

De corpo e alma, como quem ama
Vou ser aquilo que em ti não sou
Adeus amigo, da nossa chama
Tudo acabou

http://www.fafadebelem.com.br/letras/1993_dofundodomeucoracao.doc