CARLOS PAIÃO
Carlos Paião teve de nascer em Coimbra porque o parto foi de cesariana e englobava algum risco. Viveu em Ílhavo (terra dos pais) até aos 7 anos. Por questões profissionais do Pai foram viver para Lisboa onde estudou.
Era músico autodidacta tendo começado a tocar desde muito cedo. Estudou Medicina em Lisboa tendo acabado o curso por conselho de familiares. Formou-se em 1982/3 mas nunca chegou a exercer embora tenha feito alguns trabalhos da faculdade no Hospital de Cascais e noutros.
Deixou cerca de 600 canções. A editora chegou a pensar lançar um livro com as letras mas o projecto não seguiu para a frente.
CURIOSIDADES
Várias vezes foi realçada a actualidade das letras na entrevista à Rádio Portugas.
Canta a canção "Vinho do Porto" com Candida Branca-Flor, no Festival da Canção realizado no Porto, porque ela assustou-se com o tamanho da letra. No CD que acompanha a Fotobiografia, da autoria de Maria do Deserto, aparece uma versão instrumental desse tema que foi encontrada pela mãe do cantor numa cassete antiga.
FOTOBIOGRAFIA
A autora diz que Carlos Paião merecia um LIVRO com qualidade. O objectivo principal foi deixar um testemunho do artista. Trata-se de uma obra de luxo em edição limitada. Com o tempo irá tornar-se uma edição mais valiosa e não será reeditada neste formato.
A obra tem 260 fotografias. Muita da informação e fotografias foram recolhidas junto dos Pais do cantor que ainda estão vivos.
A preparação do trabalho durou cerca de 2 anos. Maria do Deserto teve várias situações em que começava a tocar música de Carlos Paião no rádio quando recebia chamadas de familiares do cantor.
Maria do Deserto lançou o repto para que cada vez mais pessoas conheçam a música de Carlos Paião.
[Alguns dados obtidos nas entrevistas de Maria do Deserto à TSF e Rádio Portugas]
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Carlos Paião 'vive!'
Programa Mais Cedo Ou Mais Tarde (TSF) de 27/10/2010
Entrevista a Maria do Deserto sobre a Fotobiografia e sobre Carlos Paião
No Mais Cedo ou Mais Tarde de hoje (27/10) falamos de Carlos Paião - faria anos dentro de dias - que ocupa um lugar especial na memória de muitos de nós. Como aconteceu com muitos outros artistas, ganhou mais prestígio depois de morrer e a sua música é hoje ouvida com outros ouvidos. «Cinderela» será provavelmente uma das grandes músicas da música portuguesa.
Muitas das músicas que Herman José popularizou são deste médico, falecido aos 31 anos, num acidente de automóvel.
No final de 2009 foi lançada uma fotobiografia de Carlos Paião e sua autora, Maria do Deserto, é a nossa convidada.
Ouvir a emissão
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1698364
(mais sobre a autora)
Blogue do programa
Entrevista a Maria do Deserto sobre a Fotobiografia e sobre Carlos Paião
No Mais Cedo ou Mais Tarde de hoje (27/10) falamos de Carlos Paião - faria anos dentro de dias - que ocupa um lugar especial na memória de muitos de nós. Como aconteceu com muitos outros artistas, ganhou mais prestígio depois de morrer e a sua música é hoje ouvida com outros ouvidos. «Cinderela» será provavelmente uma das grandes músicas da música portuguesa.
Muitas das músicas que Herman José popularizou são deste médico, falecido aos 31 anos, num acidente de automóvel.
No final de 2009 foi lançada uma fotobiografia de Carlos Paião e sua autora, Maria do Deserto, é a nossa convidada.
Ouvir a emissão
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1698364
(mais sobre a autora)
Blogue do programa
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Estou Velho
Estou velho
Tão velho
Olho p'ra ti como um espelho
Vejo a vida passada
Estou velho
Mas valho
Muito mais do que alguns jovens
Que dizem ser homens e não fazem nada
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Ai vida
Que vida
Eu ponho o dedo na ferida
Logo começa a doer
Estou velho
Casmurro
Só teimo no que percebo
E sei o que devo e não devo dizer
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
La la la...
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Título: Estou velho
Intérprete: Nuno da Câmara Pereira
Álbum: Mar português
Ano: 1986
ver video em http://oblogdoanao.blogs.sapo.pt/39360.html
Tão velho
Olho p'ra ti como um espelho
Vejo a vida passada
Estou velho
Mas valho
Muito mais do que alguns jovens
Que dizem ser homens e não fazem nada
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Ai vida
Que vida
Eu ponho o dedo na ferida
Logo começa a doer
Estou velho
Casmurro
Só teimo no que percebo
E sei o que devo e não devo dizer
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
La la la...
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Estou velho
Mas disfarço muito bem
Tão velho
Não vás contar a ninguém
Nem tudo acabou
Do que eu fui e não sou
O homem ficou
Ai, ficou, sim, ficou
Título: Estou velho
Intérprete: Nuno da Câmara Pereira
Álbum: Mar português
Ano: 1986
ver video em http://oblogdoanao.blogs.sapo.pt/39360.html
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Octávio de Matos
Octávio de Matos era o convidado especial da peça "O Escabeche" com música de Carlos Paião.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Recordar Carlos Paião em Cascais
Exposição patente, até 13 de Março de 2011, no Espaço Memória do Teatro Experimental de Cascais
O Espaço Memória do Teatro Experimental de Cascais (TEC) tem patente, até 13 de Março de 2011, uma exposição dedicada a Carlos Paião, que conta com recordações inéditas cedidas pelos pais, familiares e amigos do cantor que morreu em 1988. Inaugurada no passado dia 8 de Dezembro, com a presença dos pais, a exposição “Carlos Paião, Compositor e Intérprete” é composta por várias fotografias em momentos da infância, ambiente familiar e em espectáculos. A par das imagens, ainda é possível ver o piano e a viola com os quais Carlos Paião criou alguns dos seus maiores sucessos.
A inauguração contou com uma interpretação de alguns temas de Carlos Paião pelos alunos da Escola de Teatro e foi aproveitada também para a entrega do “Prémio Carlos Paião”, instituído pelo TEC, a Rui Veloso, pelos seus 30 anos de carreira, e a Herman José, por ser “um grande divulgador do trabalho de Carlos Paião”. João Vasco, professor da Escola de Teatro de Cascais e organizador da exposição, salientou que “Rui Veloso é um intérprete notável e muito humano. Este prémio é pelos seus 30 anos de actividade e pela sua brilhante vida artística”.
Na ocasião, Rui Veloso aproveitou para contar “uma pequena história”: “Em 1979, na Rua Nova de Almada, havia uma sala com um piano. Em miúdo fui para a sala de espera e estava um miúdo ao piano que era o Carlos. Conhecemo-nos ali. Depois ficámos amigos e eu fiquei fã dele, foi um compositor muito profícuo e popular, com canções à Beatles, como o Pó de Arroz”. Herman José foi outro dos premiados distinguidos com uma peça do escultor de Sintra, Moisés. O humorista e apresentador não esteve presente para receber o prémio, mas deu o seu testemunho. “O Carlos Paião mantém-se mesmo depois da sua morte física. Meu companheiro de espectáculos ao vivo. Enquanto eu viver não há passagem de tempo que lhe apague a memória”, salientou. Na inauguração da exposição, esteve também presente o presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, que realçou que Carlos Paião, “além de ser um grande cantor e músico, era um homem de grande mérito que deixa uma grande saudade”.
Jornal da Região
Subscrever:
Mensagens (Atom)


