segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Melodias eternas e inacabadas

"Acordar ao ´som´ destes 27 anos de saudade, que não pararam no tempo. 

Acordar e sentir o quanto o tempo voou, mas deixou tantas recordações de momentos tão bem vividos, tão amados e tão pautadas por uma família que só queria estar unida e viver com os sorrisos das certezas. Esta foi a realidade que ninguém consegue enfrentar e muito menos deixar que o tempo apague.
 
A ´Cegonha´ nunca vai deixar de sonhar, porque houve muitas Cinderelas, muitos Versos de Amor ´pintados´ com Pó de Arroz e os Cinco Dedos não foram suficientes para contar os momentos inesquecíveis. Aqui não há Intervalo...porque o tempo continua a passar, quando o tempo parou e ficou naquela imagem da dor sofrida e vivida, que será eterna, será amarga, com ´sabor´ a um amor que não se esquece.
 
E nos Intervalos da vida, não há pausas nem tempo para andar em frente, porque as recordações são as melhores que uns pais podem ter.
 
Houve tantos Versos de Amor que ficaram inacabados, mas as Nuvens nunca vão deixar de Chorar, porque Lá Longe.....o Carlos continua a escrever a História Linda e continua a ´cantar´ as canções que serão eternas, porque há homens que nunca morrem, há homens que ficam para a história, para as muitas histórias que vão sendo contadas e cantadas...lá no Céu."


(Rosário Azedo)

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Super Zequinha

"Super Zequinha" com letra de Carlos Paião e música de Luís Filipe Aguiar esteve para ser gravado por Fátima Padinha das Doce. Esta revelação foi feita no programa INESQUÉCIVEL, de 26/05/2013, onde estiveram as Doce Teresa Miguel e Fá e ainda António Sala e onde foi recordado o nome de Carlos Paião.

Através do site discogs descobrimos que Os Maternitas lançaram em 1987 o single "Super Zequinha" na etiqueta Vaga na qual gravava habitualmente o músico Luís Filipe Aguiar.

Single:

Super Zéquinha / Super Zéquinha (instrumental) - Os Maternitas - 1987

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Ílhavo - Romaria à campa de Carlos Paião

Dezenas de pessoas depositaram flores no túmulo do cantor e compositor.

Após 26 anos da morte do cantor Carlos Paião, os seus restos mortais foram trasladados para o Cemitério de Ílhavo. Embora a campa ainda não esteja identificada com o seu nome, são muitos os locais que se aperceberam da situação e visitam o túmulo.

A mudança de Cascais para Ílhavo aconteceu a 15 de outubro por vontade dos pais do artista, que residem na freguesia de São Salvador, no centro histórico. "O que a mãe dele mais queria era ter o filho perto de casa. Afinal, ele é da terra e faz todo

o sentido", explica uma amiga. Desde outubro que a família quis manter em segredo a trasladação até a campa estar concluída mas, num meio pequeno, as notícias correm rápido. "Vim cá tentar ver se conseguia descobrir qual era a campa dele para lhe deixar uma flor", explicou João Santos, morador de Ílhavo.

O cantor estava sepultado no Cemitério de São Domingos de Rana, em Cascais, e agora regressa "à casa que é dele, onde cresceu e se começou a formar como pessoa e artista". "Para nós é uma honra enorme tê-lo cá e vamos receber com muito gosto todos os que o quiserem vir visitar", conta João Campolargo, presidente da Junta de Freguesia de São Salvador. "Está sepultado no talhão 8, no sítio mais antigo do nosso cemitério. Agora todos os que o quiserem visitar vão poder fazê-lo e de certeza que os moradores, com ajuda da autarquia, vão querer fazer uma homenagem assim que a sua campa estiver concluída", acrescenta.

O cantor português perdeu a vida a 26 de agosto de 1988, aos 30 anos, num acidente de viação quando se dirigia para um concerto em Penalva do Castelo. Desde então, tem sido recordado por vários músicos e bandas que cantam as suas músicas. Em 2008, foi editado um álbum de tributo ao artista português com os seus maiores êxitos.

CM / Ágata Rodrigues, 08/11/2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Carminho canta Carlos Paião no novo disco

Carminho lança, no próximo dia 3 de novembro, o seu terceiro disco, Canto .

Em entrevista ao Atual, caderno de cultura do Expresso, a fadista explica por que razão canta uma música de Carlos Paião no seu novo álbum. "É uma figura muito querida. Há muito tempo que queria cantar algo dele. A minha mãe conta-me a história de que o Carlos Paião tinha ficado de escrever uma canção para eu participar no Zecchino d'Oro (gala de pequenos cantores).

"Tenho um grande carinho por esta história. Incluir este tema em 'Canto' é uma homenagem que lhe quis fazer, até porque acho que ele é um compositor inacreditável", diz sobre a canção "História Linda".

Ler mais: http://blitz.sapo.pt/carminho-canta-carlos-paiao-no-novo-disco=f94061#ixzz3GrT016vV

- Carminho nasceu em 20 de Agosto de 1984. A sua mãe é a cantora Teresa Siqueira.

- A versão de "História Linda" é um dos temas extra incluidos na ediçáo limitada do álbum "Canto".

- o Zecchino d'Oro é o conhecido festival Sequim de Ouro que se realiza anualmente em Bolonha na Itália e teve influência na criação da Gala dos Pequenos Cantores da Figueira Foz e outros festivais infantis. Era exibido habitualmente pela RTP com grande sucesso.

- "História Linda" foi gravada por Carlos Paião no álbum "intervalo" de 1988 e é dedicada à história de amor dos seus pais.

sábado, 30 de agosto de 2014

O Tó Kratrintas

Carlos Paião chegou a dizer numa entrevista, em 1981 ao Diário de Notícias, que "Tó Kratintas" iria ser gravado por Raul Solnado. Mesmo que tenha sido gravado nunca foi editado.

O tema foi cantado por Carlos Paião no programa "O Foguete".


No blog "Memórias de Um Músico de Baile" do músico Henrique Marques aparece, como banda sonora de uma das histórias, o tema "Troca-Tintas" de Carlos Paião.