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terça-feira, 8 de junho de 2021

Fernando Pereira



Marcha dos Excursionistas - Fernando Pereira (1988)

"Marcha dos Excursionistas" foi, na sua forma final, escrito por Carlos Paião e por Fernando Pereira, com o pseudónimo Zé Venâncio, usado apenas para temas humorísticos. O primeiro álbum de Fernando Pereira, ainda inédito em CD, foi editado pela editora MBP em 1988.

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Marcha dos Comilões - Fernando Pereira (2016)

A “Marcha dos Comilões” é um dos temas mais gulosos e satíricos do CD duplo - “Amores & Humores em 30 anos de música". A música é da autoria de Carlos Paião, Alexandre Honrado e de Fernando Pereira.


Na base de dados da SPA apareciam os temas "Hino dos Comilões" e "Marcha dos Excursionistas" que deverão corresponder à mesma canção embora em fases diferentes da concepção da mesma.



domingo, 20 de maio de 2018

Glória de Lourdes



O álbum "Amigo Brasileiro" de Glória de Lourdes, editado no Brasil em 1980, inclui dois temas de Carlos Paião: "Amigo Brasileiro" e "Este Dia É Mais Um Dia". "Amigo Brasileiro" foi o lado B do Máxi-single "O Senhor Extraterrestre" de Amália Rodrigues lançado no início de 1982.

Mário Martins já tinha referido, em entrevista à RDP-Antena 1, que Carlos Paião tinha escrito para "uma Fadista brasileira que ia ausentar-se de Portugal e que precisava urgentemente de um inédito".

É assim mais um disco a contar com temas de Carlos Paião embora não sejam dos mais conhecidos. O álbum foi reeditado em CD.

GLÓRIA DE LOURDES (MARIA DA GLÓRIA PIRES) NASCEU NA ALDEIA DE SENDIM - CONSELHO DE MIRANDA DO DOURO, DISTRITO DE BRAGANÇA - PROVÍNCIA DE TRÁS-OS-MONTES - PORTUGAL.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Florência

A cantora portuense gravou duas canções da autoria de Carlos Paião.


FLORÊNCIA
1983
ORFEU
 TSAT327
NÃO ME CHAMES "MEU AMOR"/ AQUI (PRIMAVERA EM TEU OLHAR)

Dois temas originais escritos pelo saudoso Carlos Paião para a voz de Florência. Arranjos e direcção musical de Shegundo Galarza.


O Covil do Vinil

sábado, 2 de julho de 2016

Nuno Miguel

Carlos Paião é o autor dos temas "Eu Já Namoro" e "O Meu Avozinho" com que Pedro Couceiro participou na III Gala dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz. O primeiro dos temas venceu o prémio de melhor letra.

Em 1985, Carlos Paião volta a compor temas para participar na VII Gala dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz. O concorrente foi Nuno Miguel, um jovem emigrante no Canadá.

"Dias de Festa" recebeu o prémio de Melhor música.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Broa de Mel

Os Broa de Mel gravaram o tema "Em Lua de Mel" da autoria de Carlos Paião (LP, Discos CVS, 1987).




https://www.discogs.com/Broa-De-Mel-Broa-De-Mel/release/11713179


Em Lua de Mel (1987)




"Conhecemo-nos num programa festival, namorámos e depois do nosso casamento fizemos vários concertos como amadores. Éramos convidados para fazer as primeiras partes dos cantores profissionais, onde conhecemos a Amália Rodrigues, Carlos Paião, José Cid, Paco Bandeira, Cândida Branca Flor… Mas foi preciso deixarmos Rio Tinto e irmos para Lisboa fazer a nossa carreira. Em conversa connosco, o Carlos Paião chegou a dizer: “É pena porque vocês sabem muito bem o que andam a fazer e há poucos duos.” Convencemo-nos e começamos a fazer contactos para ir ao Festival da Canção de 1982." Vivacidade

segunda-feira, 11 de abril de 2016

António Sala


O grupo de António Sala - Maranata - gravou o tema "Minha Escola" de Carlos Paião no álbum "Cores da Música" de 1982.

O álbum "Microfone e Voz", de 1990, inclui o tema "A Um Amigo" com letra de António Sala e Música de Carlos Paião.

O álbum "Histórias", editado em 1993, inclui o tema "Pecado Capital" com o qual Carlos Paião tinha participado em 1985 no Festival da Canção de Lisboa.


Minha Escola - Maranata (1982)

António Sala - A Um Amigo (1990)

António Sala - Pecado Capital (1993)

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Super Zequinha

"Super Zequinha" com letra de Carlos Paião e música de Luís Filipe Aguiar esteve para ser gravado por Fátima Padinha das Doce. Esta revelação foi feita no programa INESQUÉCIVEL, de 26/05/2013, onde estiveram as Doce Teresa Miguel e Fá e ainda António Sala e onde foi recordado o nome de Carlos Paião.

Através do site discogs descobrimos que Os Maternitas lançaram em 1987 o single "Super Zequinha" na etiqueta Vaga na qual gravava habitualmente o músico Luís Filipe Aguiar.

Single:

Super Zéquinha / Super Zéquinha (instrumental) - Os Maternitas - 1987

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Histórias de um homem-menino

Foi numa altura em que Amália Rodrigues andava “meio adoentada” que o produtor Mário Martins lhe ligou a dizer que tinha consigo uma cassete de “um miúdo muito bom” para ela ouvir. “Nesse dia cheguei a casa da Amália às sete da tarde. Recordo-me dela me ter dito que não estava com grande disposição e que queria deitar-se. Eu insisti, pus a cassete a tocar e às duas da manhã ela ainda ria às gargalhadas.” O miúdo chamava-se Carlos Paião e durante oito anos escreveu e deu a gravar mais de 80 canções para os mais variados artistas. Com a mesma facilidade tanto escrevia num dia para Lenita Gentil como no outro para a personagem de ‘José Estebes’.

Para Amália Rodrigues escreveu algumas canções, mas só ‘O Senhor Extraterrestre’ e ‘O Amigo Brasileiro’ foram a ser gravadas. Das 37 maquetas que um dia escolheu para si, a diva do fado ainda se sentiu tentada a dar voz à canção ‘É Fadista’, mas teve receio de chocar o meio mais purista já que o tema era uma paródia aos fadistas. O produtor de Paião recorda, a propósito, as palavras de Amália: “Ó Mário, afinal, é melhor não gravar!”

PROJECTOS INACABADOS

Foi já depois de ter escrito a famosa ‘‘canção’’ do beijinho para Herman José e de ter editado o seu primeiro single, ‘Souvenir de Portugal’, que, em 1981, Paião venceu o Festival RTP da Canção com ‘Play-Back’, quando todos esperavam uma vitória das Doce e de ‘Ali Babá’. Já lá vão 25 nos. Depois disso partiu para uma das mais notáveis carreiras da música ligeira portuguesa, só interrompida por um trágico acidente no dia 26 de Agosto de 1988.

Diz-se que terá escrito mais de 500 canções (só as tais 80 foram gravadas), mas mais do aquilo que fez, os que o recordam com saudade gostam de falar daquilo que Paião poderia ter feito. “Eu tinha para ele um projecto para fazer uma obra rock e um musical a partir de clássicos da literatura. Para Paião, todos os projectos eram bem-vindos, mas a partir de determinada altura ele deixou de ter tempo.”

MUITO PARA DAR

Escrevia depressa e bem. Do fado à canção infantil, da balada de amor à composição burlesca escreveu de tudo para todos. Joel Branco, o primeiro artista a gravar um tema de Paião, recorda o dia em que lhe bateu à porta e encomendou um tema a atirar para o rap. “Mandou-me entrar, deu duas voltas ao piano e em 15 minutos fez a música e a letra”. O tema chamava--se ‘Ora Toma’. Para David Ferreira, director-geral da sua editora, a Emi-Valentim de Carvalho, “o Carlos teve o azar de viver quando o Teatro de Revista estava decadente: sabia trabalhar sob pressão e teria escrito muitos mais clássicos se tem vivido noutro tempo e se tem vivido mais tempo”.

Carlos Manuel de Marques Paião nasceu em Coimbra em 1957. Do seu percurso profissional não consta qualquer nota de música até 1980, ano em que troca, em definitivo, a licenciatura em Medicina pela escola da canção. A partir daí, dedica-se a uma panóplia de actividades várias sob o mesmo denominador comum: a música.

A estreia aconteceu em 1978, no Festival de Ílhavo, de onde regressou a casa com dois prémios, nomeadamente o de melhor intérprete. Em 1980, os assessores directos de Mário Martins, o homem que descobriu e catapultou a carreira de Carlos Paião, ouviram uma cassete do músico e por incrível que pareça não gostaram. “Disseram-me que ele não tinha jeito para nada”, recorda o produtor. Só não saiu um puxão de orelhas, porque depressa as evidências se encarregaram de falar por si. Foi quando o ‘Play-Back’ ganhou o Festival e Carlos Paião iniciou uma carreira sem precedentes.

Se primeiro escreveu, depois decidiu cantar. “Ele não tinha aquilo a que se pudesse chamar uma grande voz. Mas aprendeu a tirar partido dela”, comenta Joel Branco, que guardará para sempre na memória a forma como o músico tentava sempre arranjar trabalho para os seus colegas de profissão. “Quando ia a uma festa a uma terreola, perguntava sempre se já lá tinha ido fulano tal e depois deixava os nossos contactos pessoais. Eu recordo-me que tive vários espectáculos arranjados por ele.”

O FINAL TRÁGICO

Carlos Paião desapareceu num trágico acidente de viação, aos 31 anos, ironicamente esmagado pela aparelhagem e pelas colunas de som que transportava no carro, um dia depois do não menos trágico incêndio do Chiado. “Uns dias antes tínhamos estado, curiosamente, a falar dos perigos na estrada”, recorda Herman José. “A sua morte foi violenta, como a de um familiar.”

Em vida, mais do que colaboradores, Carlos Paião fez amigos. Alexandra, Pedro Couceiro, José da Câmara, Dulce Guimarães, Vasco Rafael, Nuno da Câmara Pereira, Amália Rodrigues, Carlos Quintas... a lista é quase infindável. As memórias de hoje são as de um homem-menino que gostava de rir e fazer rir. “Lembro-me dele ao telefone, em chinelos. Atirava-os ao ar e ia a correr apanhá-los, como um miúdo”, conta Ana.

Mário Martins recorda o dia em que os dois foram ao Japão. “Tocámos num dos maiores festivais do Mundo. Durante os ensaios, vimos a apresentadora, uma chinesa enorme. Carlos chamou-me e perguntou-me: Sabes como é que ela se chama?: ‘Kusuda!’”

PORQUE REFILAR FAZIA MAL À VESÍCULA

Todos são unânimes. Carlos Paião sabia como ninguém brincar com as palavras. Humor, humor e humor. Para si, rir era o melhor remédio e era essa a mensagem que fazia passar a todos, mesmo para quem não soubesse cantar ou sequer assobiar. O mais recente disco lançado pela EMI Portugal é disso um bom exemplo. Para ouvir estão alguns dos maiores sucessos do compositor interpretados por algumas das vozes que os imortalizaram, da ‘Canção do Beijinho’, de Herman José, ao ‘Quanto Mais Te Bato’, de Ana, passando por ‘O Fado é Fixe’, de Vasco Rafael.

Para quem muitas vezes disse que Carlos Paião estava à frente do seu tempo, qualquer uma das suas canções é prova bastante. Escutem-se por exemplo ‘Trocas e Baldrocas’, ‘Refilar Faz Mal à Vesícula, Mais o Diabo a Sete’, ‘Estou Velho’, ‘Fado Reguila’ ou ‘Ai que Pena’. Finalmente ‘Cinderela’, ‘Play-Back’ (que o levou ao Festival da Eurovisão, em Dublin, em plena lua-de-mel), (...), e ainda ‘Bamos Lá Cambada’ que andaria na boca de todos. “Uma sexta-feira pedimos ao Carlos um hino não oficial para a participação portuguesa no México’86 e na segunda-feira seguinte ele apareceu com o ‘Bamos lá Cambada’, que é talvez o melhor que já tivemos no nosso futebol”, recorda David Ferreira.

AS MEMÓRIAS QUE OS AMIGOS GUARDAM DELE

“ERA UM MIÚDO COMO EU" (Herman José)

“Recordo as tardes de trabalho em casa do Carlos. Passávamos o tempo a rir e levávamos raspanetes da mulher porque estragávamos a alcatifa e os móveis. Ele tinha uma cadela que ficava histérica com as nossas brincadeiras. Era um miúdo como eu”, lembra Herman José. Paião escreveu várias canções para o humorista, 12 das quais só para o personagem Serafim Saudade. O compositor chegou a participar no ‘Humor de Perdição’, a fazer de médico, profissão que nunca exerceu.

“TINHA-LHE PEDIDO UM FADO” (Ana)

Ele era “único talentoso e genial”. Ana insiste nos adjectivos para caracterizar a obra de Carlos Paião. “Ele fazia música popular sem ser brejeiro e era entendido por todos.” A morte impediu-o de fazer mais. A cantora recebeu a notícia a caminho de um espectáculo. “Foi a noite mais difícil da minha vida. Uns dias antes tinha-lhe pedido um fado.” Ana foi a primeira cantora feminina a gravar um tema de Paião. Ficou amiga de família. “Ainda hoje, a mulher dele continua a ser a minha médica.”

“SENTIA QUE IA DESAPARECER” (José Alberto Reis)

Foi com a canção ‘Palavras Cruzadas’ que José Alberto Reis participou no Festival RTP da Canção em 1989, “já a título póstumo”, recorda. A canção, curiosamente, nunca viria a ser gravada. “Conheci o Carlos Paião no Casino da Póvoa do Varzim. Foi um ano antes dele falecer. Voltámos a encontrar-nos numa discoteca no Porto e recordo-me que ficámos à conversa até de manhã”, conta o cantor. “Numa das últimas conversas que tivemos disse-me que sentia que ia desaparecer.”

“LEVAVA SEMPRE OS PAIS” (Nuno da Câmara Pereira)

“O Carlos Paião era um génio e morreu cedo como todos os grandes compositores e escritores.” Para Nuno da Câmara Pereira as memórias ainda estão muito vivas. “Recordo o facto curioso dele levar quase sempre os pais para os espectáculos.” O primeiro contacto aconteceu na EMI-Valentim de Carvalho, editora que partilhavam. Nuno da Câmara Pereira gravou três temas de Paião, mas destaca toda a obra. “Ele sabia transformar uma imagem poética numa imagem real.”

Miguel Azevedo / Correio da Manhã, 25/11/2006

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Lenita Gentil

Eles Foram Tão Longe/Pesadelo (Single, Rádio Triunfo, 1982)

"Eles Foram Tão Longe" é um dos temas mais marcantes da carreira de Lenita Gentil. O single contém dois temas de Carlos Paião que também assinou a produção.

Carlos Paião escreveu também o tema "Portugal A Pena".

Eles Foram Tão Longe
Pesadelo
Portugal A Pena

imagem do single (O Cantinho das Colecções)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Rodrigo

Parece que é Bruxo - Rodrigo (Single, Rádio Triunfo, 1983)

(LP, Polygram, 1986) Salada de Alface

Parece que é Bruxo
Salada de Alface

(ambos os temas são da autoria de Carlos Paião e António Tavares Teles)

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Nota: na Biografia de NGP refere-se um tema não encontrado de Rodrigo ("Alfacinha")

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Candida Branca Flôr




Trocas Baldrocas/A Prima da Pantera Cor de Rosa - Cândida Branca Flor - (Singles, Nova, 1982)

Gira-Discos/A Nossa Serenata - Cândida Branca Flor - (Single, CBS, 1982)

Vinho do Porto (Vinho de Portugal) (Single, EMI, 1983)

Cristo-Rei/Domingos de Sol (Single, CBS, 1983)

Colaborou ainda na recolha e produção dos discos "As Cantigas da Minha Escola" e "Cantigas da Nossa Terra".

Carlos Paião interpretou em dueto o tema "Vinho do Porto (Vinho de Portugal)"

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No fim dos anos 70, Emanuel Rosado e Cândida encontram Carlos Paião numa festa. Entre os que povoaram e marcaram a vida de Cândida, poucos tiveram o peso de Paião, que compôs propositadamente para ela. "O Paião era uma pessoa muito generosa, uma humildade e uma simplicidade ímpares", afirma o ex-marido.

Em 1979, Cândida concorre ao Festival da Canção com "Trocas e Baldrocas", de Paião e em 1982, volta à carga com quatro temas o autor. "Eu pedia-lhe coisas simples, 'orelhudas' e ele fazia", recorda Emanuel Rosado. Em 1983, concorre novamente e canta com Paião o tema "Vinho do Porto".

Em meados dos anos 80, o casal começa a sonhar em aplicar o dinheiro ganho, primeiro num terreno onde construiriam vivendas geminadas com Paião, depois na Casa do Painho, nas Caldas da Rainha, que adquirem em 1986.

O ritmo intenso de trabalho provoca os primeiros desgastes. Em 1988, com 31 anos, Paião falece num absurdo desastre na estrada, a caminho de um espectáculo, o que afecta bastante Cândida. A relação desgasta-se, a falta de filhos parece contribuir.

Extracto do artigo "A Vida de Cândida Branca Flor" Por NUNO FERREIRA / Público, 23/07/2001

(...) falamos agora do seu mais recente trabalho discográfico, "As Cantigas da Minha Escola", um álbum feito a pensar nas crianças. Trata-se de um conjunto de cantigas que todos costumávamos cantar, avós e pais, e que os nossos filhos continuarão a cantar. Fizemos uma recolha muito cuidadosa nos infantários, eu e o Carlos Paião. No fundo, é uma rapsódia, com um refrão que serve de elo de ligação entre as várias canções.

Que se preparem, portanto, miúdos e graúdos, porque vamos ter ai na «berra» o "Atirei o Pau ao Gato" e o "Jardim da Celeste", para lembrar tempos de infância e ajudar os mais novos a criar uma memória musical.

Entrevista de Maria João Lourenço TV Guia - Dezembro 1985

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Nuno da Câmara Pereira


Não Me Cantes Esse Fado - Nuno da Câmara Pereira (Nuno da Câmara Pereira - EMI, 1985)
Estou Velho - Nuno da Câmara Pereira (Mar Português - EMI, 1986)

(A) Marcha do Castelo - Nuno da Câmara Pereira (Atlântico - EMI, 1992)

http://fadosdofado.blogspot.com/2009/01/marcha-do-castelo.html

sobre este inédito:

"É um tema que eu andava a preparar há 4 anos e que ele me ofereceu ainda em vida"

Nuno Câmara Pereira, TV Guia, 1998

Em 1984, enquanto autor, o seu tema “Marcha do Castelo” ficou em 3.º lugar no concurso das Marchas Populares de Lisboa (livro de NGP)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mariette Pessanha

Mariette Pessanha gravou "Fadinho do Turista" da autoria de Carlos Paião.

http://mapessanha.blogspot.com/2008/07/mariete-pessanha-maria-madalena.html

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eu Show Nico



Carlos Paião aparece no disco dedicado ao programa "Eu Show Nico"

faixa "Então, Come-se ou não"

Notas: o teledisco de "Play-back" enviado para a eurovisão foi gravado no programa de Nicolau Breyner.

imagem: O Cantinho das Colecções

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Octávio de Matos

Octávio de Matos era o convidado especial da peça "O Escabeche" com música de Carlos Paião.

sábado, 8 de maio de 2010

Escabeche

Após o abandono de Sérgio de Azevedo do teatro ABC, o mesmo passaria a ser explorado até ao seu fecho nos finais dos anos 90 , pelo então empresário Carlos Santos. "Escabeche" seria entao a sua primeira produçao naquele teatro.

Texto: César de Oliveira, Rogério Bracinha e Francisco Nicholson

Música: Carlos Paião, Casal Ribeiro e Mike Sargeant

Direcção e Encenação: César De Oliveira

Director De Companhia: Eugénio Salvador

Coreografia: Eliane Cleo

Direcção de Montagem e Figurinos: Mário Alberto

Maquetes: Hernâni Lopes, Rui Mesquita, Margarida Varejão

Execução Cenográfica: Velez Lima, Jorge Azevedo, Joaquim Ramalho e João Caiado

Elenco

Eugénio Salvador, Florbela Queiroz, Manuela Maria

Artista Convidado: Octávio Matos

Spina, Odete Antunes, Norberto de Sousa, Lina Morgado, Nina Flores, Nuno Emanuel, Alexandra, Isabel Amaro, Fernando Mendes e Fernanda Fonseca.

Pela primeira vez no teatro e como atracção do fado: Marina Rosa.
Estreia: 18/06/1981
Marina Rosa cantou o fado "Esteriótipado".
Imagem, texto e informações retirados de http://www.fotolog.com/parquemayer1/47691616

sábado, 5 de dezembro de 2009

Serafim Saudade



O Verdadeiro Artista - Serafim Saudade (LP, EMI, 1985)

Serafim Saudade
O Meu Automóvel
Tango Para Portugal
Mulher, Mulher
canção Universal da Esperança em Portugal (co-autoria com Henrique Amoroso)
Diz-lá
O Verdadeiro Artista
mentirosa
Tempestade de Ciúme
Prás Sogras Que Encontrei Na Vida
Vento, Ventinho
Adeus, Publicuzinho
O Verdadeiro Artista/O Meu Automóvel (Single)

Texto no site Cdgo:

Serafim Saudade foi talvez o personagem que mais popularizou e identificou o seu criador, Herman José e o seu programa Hermanias.

A fórmula já tinha sido testada em 1981 com a figura do Tony Silva que inclusive editou nesse ano no formato single o êxito "Tony Silva Canta Música Ró".

Quatro anos mais tarde surge Serafim Saudade, mitico cantor pimba e tido como o Verdadeiro Artista (será que Marco Paulo saíu a lucrar ?...).

O certo é que houve sempre uma perfeita diálise entre Serafim Saudade e o seu publicuzinho que nunca perdia as cantorias e as famosas anedotas sem graça com que entretinha a assistência... "Querem outra?" e contava mais uma.

O certo é que o personagem com cabelo de manjerico ficou para a posterioridade assim como o autor de todas as músicas- Carlos Paião. Este LP tem o condão de mostrar as grandes qualidades de escrita e composição de Carlos Paião e para quem admira este autor o registo mostra bem essa parte de génio das coisas simples.

Infelizmente nem sempre o destino simpatiza com tais qualidades humanas e deixa por vezes um sabor amargo para quem pedia mais do mesmo... como dizia o Provedor Eclesiástico Diácono Remédios "... o artista é um artista, não havia nechexidade..."

Edição original da EMI/ Vecemi. Vinil usado, raro e em muito bom estado.

Capa de abrir com as letras (inclui o pente original personalizado como faz referência na edição).

Por: Francisco J. Fonseca / CDGO

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Norberto de Sousa



Pedro e Paulina/Pedro e Paulina (Cante Você Mesmo) - Norberto de Sousa (Single, Polygram, 1982) 6031224
A série era protagonizada por Florbela Queirós e Armando Cortez. Norberto de Sousa foi casado com Florbela Queirós.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Alexandra


Passeio de Charrete/Pólvora (Single, Rossil, 1981) 

    Passeio de Charrete - autoria de António Rosa e Carlos Paião 

    Pólvora - autoria de Carlos Paião e António Sala 

Os dois temas foram interpretados no programa Sabadabadu especial de fim de ano - 1981

Tudo Acabou - Alexandra (1988) 

Aparece numa compilação de Alexandra editada em 1988. "Tudo Acabou" foi regravado em 1993 por Fafa de Belém.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Peter Petersen


Peter Petersen era um dos elementos do coro da canção "Playback". Lançou alguns singles tendo contado com a colaboração de Carlos Paião que era seu vizinho.

É Tarde Demais / Olá Lisboa - Peter Petersen (Single, VC, 1982) - (letras de carlos paião e música de Shegundo Galarza)


- Com "É Tarde Demais" participou no 1º Festival da Canção da Rádio Comercial (1981).

- Também participou no Festival da Canção do Illiabum (Ílhavo) com "Amigo, Meu Amigo". (1)

(1) indicado na biografia de NGP - 1980 . "É Tarde demais" está indicado com o ano de 1984.